Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Biocompósito substitui madeira, plástico e recicla metano de aterros sanitários

Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo material sintético que poderá substituir a madeira, salvando árvores e reduzindo a emissão de gases do efeito estufa.

Plástico biodegradável

Produzida com fibras vegetais e um plástico biodegradável, a "madeira sintética" poderá ser usada em uma ampla variedade de materiais de construção e poderá vir até mesmo a substituir alguns usos dos plásticos petroquímicos hoje utilizados em bilhões de garrafas descartáveis.

"Esta é uma grande oportunidade para fazer produtos que atendam às necessidades da sociedade e respeitem e protejam o meio ambiente," diz a pesquisadora Sarah Billington, que coordenou a pesquisa.

Biocompósitos

Sarah e seu grupo trabalham com uma classe de materiais chamados biocompósitos, materiais compósitos - resultantes da mistura de dois ou mais materiais - que, ao contrário de outros materiais híbridos, são biodegradáveis.

Formados pela junção de fibras naturais aglomeradas por uma resina que faz as vezes de cola, o principal componente dos biocompósitos vem de plantas, mas não da madeira de árvores.

A resina usada para unir as fibras vegetais também é biodegradável, chamada PHB (polihidroxi-butirato).

Reciclando gás metano

Ao contrário dos resíduos de madeira, que ficam nos aterros sanitários por meses ou anos, os biocompósitos decompõem-se em poucas semanas. À medida que se degradam, eles liberam metano, um dos gases causadores do efeito estufa. Contudo, o gás pode ser capturado e reutilizado na fabricação de mais biocompósitos.

"Nós estamos combinando dois processos naturais: Nós estamos usando micróbios que quebram o PHB e liberam gás metano, e diferentes microorganismos que consomem o metano e produzem PHB como suproduto," explica Craig Criddle, outro membro da equipe.

Em termos de contribuição para o aquecimento global, o metano é 22 vezes mais potente do que o dióxido de carbono.

É a última palavra em reciclagem, diz ele. "Em nosso laboratório, nós criamos condições onde somente aqueles organismos que acumulam a maior quantidade de plástico se reproduzem. Nós chamamos o processo de 'sobrevivência do mais gordo'."

Parente desabonador

Contudo, para atingir a fase da comercialização, os novos biocompósitos terão que enfrentar mais do que os desafios tecnológicos. Isso porque as fibras vegetais que se mostraram mais promissoras, tanto em termos de biodegradabilidade, quanto em termos de resistência estrutural, vêm do cânhamo.

O cânhamo é um membro da família cannabis, sendo portanto um primo próximo da maconha. Ao contrário de sua mal-falada prima, ele possui níveis mínimos de THC, o principal ingrediente psicoativo da família. Isso, contudo, não tem sido suficiente para forçar uma mudança na legislação da maioria dos países, que exclui a plantação industrial de toda a família cannabis.

O cânhamo é uma planta que possui inúmeras possibilidades de aplicações científicas e tecnológicas e pode ser inteiramente aproveitada com diversas finalidades. Mas tem sido convencer a sociedade e os legisladores das diferenças entre cânhamo e maconha e, sobretudo, da pertinência de plantá-la em larga escala.

Gelo inflamável promete energia limpa contra o aquecimento

Gás natural preso em água congelada pode ser uma das maiores e mais limpas fontes de energia do planeta, segundo a revista New Scientist. Como é possível ver, a olho nu, a queima desse combustível parece algo impossível de acontecer. Isso porque o clatrato hidratado parece gelo normal em chamas. No entanto, isso só é possível pois, em sua composição, as moléculas de água são organizadas como "gaiolas" que aprisionam moléculas de metano (altamente inflamável). A pesquisa sobre o clatrato hidratado foi apresentada na reunião da American Chemical Society e cientistas acreditam que essa pode ser uma das fontes de energia mais limpa do planeta pois, comparado com os combustíveis fósseis, o metano libera naturalmente menos dióxido de carbono. Ainda, segundo os cientistas, a estrutura do clatrato hidratado aprisiona o CO2, tornando possível, com a tecnologia certa, a existência de um combustível que não agrave o aquecimento global.

Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

1/3 PRO LIXO

ACHEI DEMAIS ESSE VÍDEO DA AKATU CCONTRA O DESPERDÍCIO:

ENTRE NO SITE E CALCULE QUANTO LIXO VOCÊ PRODUZ E DESCUBRA COMO MUDAR.
http://www.akatu.org.br/sites/desperdicio/

Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Não deixe rastro - reduza, reutilize, recicle

Reunir, por um mês, todo tipo de material que nos é entregue no dia-a-dia – de sacolas plásticas a comprovantes de pagamento. Foi isso o que fez a repórter Carol Costa. Nessa empreitada, ela descobriu que deixamos uma trilha nada ecológica por aí e que a saída para reduzir todo esse lixo é dizer não para os excessos

Setenta e quatro sacolinhas plásticas, 16 garrafas PET de água mineral, 91 comprovantes de cartão de débito, 11 guardanapos de papel não utilizados. Essa é uma parcela do saldo de um mês de consumo comedido – afinal, há tempos me preocupo com a questão ambiental – de embalagens descartáveis, tão onipresentes quanto desnecessárias.

Passei um mês guardando correspondência não solicitada, saquinho plástico e outras maravilhas que só uma criativa indústria de embalagens é capaz de colocar no mercado – 1 milhão de sacos plásticos por minuto, 210 mil toneladas de filme plástico por ano, só no Brasil.

“Tá juntando tralha?”, me perguntou Val, a faxineira, incomodada com o monte que ia se acumulando em cima da mesa e que eu não deixava ir para a lata do lixo. Expliquei que minha intenção era medir, por um mês, o tamanho do rastro de meu próprio consumo. “Ser humano é bicho que emporcalha tudo”, disse a Val, na sabedoria de quem vive de limpar a sujeira alheia.

Não é preciso ser um consumista incorrigível ou um comilão contumaz para ser proprietário de uma mon–tanha particular de lixo reciclável. De acordo com especialistas, o consumo anual médio de plástico é de 24 kg per capita no Brasil (contra 130 kg nos Estados Unidos). Parece exagero? Pense na freqüência com que você vai à padaria, ao supermercado, à farmácia.

Lembre-se de quantas vezes não colocou dois saquinhos para segurar um conteúdo particularmente pesado – um saco de arroz, uma caixa de refrigerante, –, afinal as sacolas arrebentam com a mesma facilidade com que entopem bueiros e bocas-de-lobo. É tanto combustível fóssil utilizado em sacolinhas que chega a ser surpreendente que sobre algum petróleo para transformar em gasolina.

EU, VOCÊ E TODOS NÓS
Nas praças de alimentação de shoppings e galerias, bandejas de plástico são protegidas por uma folha de papel, talheres descartáveis são oferecidos dentro de sa–quinhos plásticos, o refrigerante vem acompanhado de copo descartável. Mas o mundo está mesmo perdido quando até canudo e palito de dentes precisam ser embalados individualmente. Não fosse nossa um tanto neurótica fantasia de assepsia, muitas dessas embalagens nem sequer existiriam.

Na maioria das vezes, toda essa tralha descartável vai parar mesmo no lixo. Com um pouco de sorte, é possível que a sua latinha de refrigerante tenha um destino bem mais digno, indo compor a renda dos milhares de catadores que perambulam pelas grandes cidades.

Ser reciclado, no entanto, é um fim de carreira glorioso apenas para produtos nobres, como o sulfite que vira a agenda estilosa e a garrafa PET transformada em tecido fashion. A maioria das embalagens que consumimos no dia-a-dia – coisas banais, como o blister do remédio – vai para o lixão.

Quer coisa mais onipresente do que o papelzinho de comprovante de venda? Com a crescente substituição do dinheiro pelo cartão, as máquinas emitem duas vias do cupom fiscal: uma vai entulhar a mesa dos diretores financeiros das empresas e a outra vira bolinha de papel em segundos e vai da bolsa para o lixo.

Como tem gente que usa o cartão até para comprar água, não é difícil imaginar o montinho de papel que desperdiçamos só ao digitar a senha na maquininha de débito automático.
A coisa vai mal, como se vê, mas pode ser revertida. Basta aprender alguns nãos. Comece a treinar: “Não quero a sacolinha, obrigado. Trouxe minha bolsa de feira”, “Não precisa imprimir minha via do cartão”, “Não quero talher de plástico. Pode me conseguir alguns de metal?”. Se os nãos falharem em algum momento, aí diga sim à reciclagem.

QUANTO LIXO FOI PRODUZIDO
91
comprovantes de cartão de débito
74 sacolinhas plásticas
49 embalagens plásticas
16 garrafinhas PET de água mineral
15 caixas de papel de tamanhos variados
13 copinhos de café
12 publicidades não solicitadas
11 guardanapos de papel não utilizados
9 canudos
8 blísteres de remédio
4 embalagens TetraPak
3 sacolas grandes de papelão
2 caixas grandes de papelão

Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

AKATU

Olá, esse pequeno post vai só pra divulgar a AKATU, uma ONG que promove o consumo consciente.
Muitos lutam pela proteção das florestas, outros milhares contra a matança e agressões aos animais, mas eu realmente acredito que a limitação do consumo pode resolver o problema do mundo.
O aumento do consumo é uma bola de NEVE: quando o consumidor compra mais, o produtor aumenta a produção e a publicidade do produto para aumentar o consumo do consumidor que compra mais e propicia ao produtor produzir mais e ...
Pára pra pensar em tudo que consome e veja o que realmente é necessário, não se assuste se mais de 70% não for de primeira necessidade.
Visite a AKATU: www.akatu.com.br
Lá encontra dados e dicas como abaixo:
Use os dois lados de uma folha de papel
Você já deve ter escutado que, ao economizar papel, está colaborando para com o meio ambiente, pois evita a produção de resíduos e a derrubada de árvores. No entanto, ao adotar essa prática, você estará também economizando água. Para se produzir um quilo de papel são necessários 540 litros de água.
Assim, uma empresa que gaste uma média de 50 mil folhas de papel por mês (cem pacotes de 500 folhas), o que é um gasto razoável para uma empresa com cerca de 50 a 100 pessoas, estará também gastando, indiretamente, 128.000 litros de água mensais. Se metade do papel utilizado passasse a ser usado dos dois lados (frente e verso), o consumo de papel cairia 25% (e o de água utilizada em sua fabricação também).
Se vinte empresas de mesmo porte resolvessem aderir a essa prática, em um ano teriam economizado água suficiente para encher três piscinas olímpicas, ou abastecer 30 famílias durante esse período.

Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Responsabilidade Ambiental: consumo e descarte consciente de papel.

Existe 2 formas para as gráficas diminuirem o desperdício de papel:

1. Reciclagem.

É claro que a maioria das gráficas (não conheço nenhuma) não tem reciclagem de papel em sua estrutura, mas uma forma legal de destinar esse papel à reciclagem e tornar sua atividade mais sustentável (palavra da moda) é fazendo a coleta seletiva de papel dentro da gráfica e destinando este papel para aparistas ou recicladores.
A partir de 200 kg de papel eles já retiram as aparas de papel e o papel perdido. Se a gráfica não produz esta quantidade, junte até chegar a esta quantidade ou leva até o aparista mais próximo. Dá um pouco de trabalho, mas o planeta, seus netos, triznetos, tataranetos agradecem.
ANAP - Associação Nacional dos Aparistas de Papel
Lista de recicladores e sucateiros fornecida pelo Instituto GEA

2 - Reaproveitamento de papel

As sobras de papéis podem ser reutilizadas para aumentar a vida útil do papel, tanto apara quanto papel impresso e inutilizado.
As folhas impressas de um só lado podem ser reutiluzadas como rascunho, basta blocá-las para ter um bloco de rascunho ecológico. Caso a sobra de folha impressa seja muito grande, a gráfica pode doar os blocos a creches, ongs e outras instituições que precisem destes blocos de rascunho, fazendo 2 boas ações de uma vez.
As aparas que formam tiras finas de papel podem ser utilizadas para agrupar, separar a produção como uma cinta. Isso já é prática comum em gráficas, mas não é demais relembrar.
As aparas e folhas impressas dispensadas podem também ser utilizadas para empacotar a produção. A maioria das gráficas utilizam papel pardo ou kraft para os pacotes sendo que dispensm as primeiras folhas impressas que dariam belo pacote. A gráfica ajuda o mundo produzindo menos lixo e utilizando menos papel, economiza na embalagem. Contando ao cliente o motivo deste papel, antes descartado, estar sendo reutilizado como embalagem irá causar ótima impressão (que trocadilho hein!) e ficará com uma boa imagem quanto a responsabilidade ambiental.
Não há desculpa, se a quantidade é grande para reutilizar tudo, venda este excedente para aparistas, se a sobra de aparas e papel for pouca para venda à aparistas reutilize!

Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

Sobre a reciclagem de papel

Fonte:


O papel é um material de suporte da informação escrita que produz fortes impactos negativos sobretudo ao nível da produção.
De fato, embora a matéria prima se possa considerar renovável - a madeira, proveniente das árvores - a sua produção conduz normalmente a extensas monoculturas de espécies exóticas - como o eucalipto que têm como consequência o desaparecimento da quase totalidade da fauna e da flora nativas. Este efeito está relacionado não apenas com as espécies utilizadas mas também com o regime de cultivo: plantações densas, revolução de curtas e lavagem de solos de montanha débeis.
Igualmente significativa é a degradação da paisagem, pela via da uniformização, e a perda do seu carácter e da sua biodiversidade.
É um drama que os interesses económicos encobrem, e que a falta de sensibilidade e de atenção da generalidade dos cidadãos tende a ignorar.
A reciclagem do papel é um procedimento que permite recuperar as fibras celulósicas do papel velho e incorporá-las na fabricação de novo papel. Não é um processo isento da produção de resíduos, mas a produção de pastas virgens também não o é, e assim sempre se minimizam os problemas relacionados com a produção de matéria prima e com a deposição do papel velho.
É importante realçar que os papéis não podem ser reciclados indefinidamente sem que haja perde de qualidade. Após cada utilização, eles perdem parte das suas propriedades e só podem ser reciclados para uso distinto, e um pouco menos nobre, do que o original.
Se se olhar com cuidado e bem de perto para uma folha de papel vai-se perceber que o papel é feito de inúmeras fibras que se cruzam. São elas que lhe dão resistência. Dependendo do tipo de polpa que é usada para fazer o papel (pode ser pinho, eucalipto ou até outras fibras vegetais como algodão, linho, etc.) ele vai ter fibras mais longas ou curtas e vai ser mais ou menos resistente.
Por isso papel branco é mais caro e inclusive a apara (resto de papel) branca também alcança maior valor no mercado. E cada vez que se recicla diminui o tamanho das fibras e ele fica um pouco mais fraco. Por isso que para reciclar muitas vezes o mesmo papel, deve-se colocar um pouco de fibra virgem para aumentar a sua resistência.
Um outro problema são os pigmentos presentes no papel. Para fazer papel branco a polpa (de fibra virgem ou papel já usado) deve passar por um processo químico de branqueamento. Por isso quanto mais pigmento um papel tem, mais difícil fica reciclá-lo e conseguir a partir dele um papel branco.
Na realidade o ideal seria que mudássemos alguns dos nossos hábitos.
Por que necessitamos de um papel tão branco, muitas vezes para uso tão simples (rascunho, caderno de anotações, etc). E ainda, por que precisamos de produtos e embalagens de papel tão coloridos e cheios de pigmentos muitas vezes tóxicos, que de uma forma ou de outra vão acabar no ambiente, caso sejam sendo reciclados ou não?



Dados:
- 20 arvores são poupadas na produção de 1 tonelada de papel reciclado.
- Madeira: Uma tonelada de aparas pode substituir de 2 a 4 m3 de madeira, conforme o tipo de papel a ser fabricado, o que se traduz em uma nova vida útil para de 15 a 30 arvores.
-Energia: Em média, economiza-se metade da energia, podendo-se chegar a 80% de economia quando se comparam papéis reciclados simples com papéis virgens feitos com pasta de refinador.
- Agua: A produção de papel reciclado gasta 2.000 litros d'água contra 100.000 litros da produção de papel branco.
- Redução da Poluição: Teoricamente, as fábricas recicladoras podem funcionar sem impactos ambientais, pois a fase crítica de produção de celulose já foi feita anteriormente. Porém as indústrias brasileiras, sendo de pequeno porte e competindo com grandes indústrias, às vezes subsidiadas, não fazem muitos investimentos em controle ambiental.
- Redução dos custos das matérias-primas: a pasta de aparas é mais barata que a celulose de primeira.
- Criação de Empregos: estima-se que, ao reciclar papéis, sejam criados cinco vezes mais empregos do que na produção do papel de celulose virgem e dez vezes mais empregos do que na coleta e destinação final de lixo.
-Redução da "conta do lixo": o Brasil, no entanto, só recicla 30% do seu consumo de papéis, papelões e cartões.

O papel é um material biodegradável e orgânico, mas em caso de aterros com pouca umidade o processo de degradação se torna lento, chegando a demorar de 3 meses a 100 anos para se decompor.
O processo inicial da reciclagem dá-se na separação do lixo do papel, de seguida existe um banho de detergentes e solventes para retirar a tinta. O papel é transformado numa pasta. As impurezas são removidas com uma série de lavagens. Depois a pasta é misturada com cloro, que a torna branca.
Existem porém alguns tipos de materiais que contaminam o papel, tornando-o difícil de reciclar, como a tabela a seguir:
PODE RECICLAR: Caixas de papelão, Jornal, Revistas, Impressos em geral, Fotocópias, Rascunhos, Envelopes, Papéis timbrados, Cartões, Papel de fax.

NÃO PODE RECICLAR: Papéis sanitários, Papéis plastificados, Papéis metalizados, Papéis parafinados, Copos descartáveis de papel, Papel carbono, Fotografias, Fitas adesivas, Etiquetas adesivas, Papel vegetal.
O Que Podemos Fazer pela Reciclagem do Papel?
Para a reciclagem ser possível cabe ao utilizador - a todos nós - fazer uma seleção correta dos papeis recicláveis o que significa essencialmente separar os papeis de outros materiais com os quais possam estar associados que perturbam o processo de reciclagem.
Pelo mesmo motivo, papéis indissociavelmente ligados a outros materiais como as embalagens aluminizadas devem ser excluídos.
Em locais onde se produz muito papel usado, pode ter interesse uma separação de diferentes tipos de papeis: papeis quase brancos e impressões de computador para um grupo, papeis de jornais e revistas para outro, e cartões para outro.
Esta separação valoriza o papel-resíduo e permite obter pastas recicladas de melhor qualidade.

O papel reciclado pode ser aplicado em caixas de papelão, sacolas, embalagens para ovos, bandejas para frutas, papel higiênico, cadernos e livros, material de escritório, envelopes, papel para impressão, entre outros usos.