
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Código Florestal deve sair em março

Brasileiro valoriza ações sócio-ambientais

Ribeirão Preto desenvolve projeto "Cobertor Verde"

sábado, 18 de julho de 2009
Impressora substitui tinta por borra de café ou chá

Que tal ler um texto com cheirinho de chá ou café? Com a impressora desenvolvida pelo coreano Jeon Hwan Ju, é possível. Isso porque a máquina dispensa o uso de tintas e cartuchos cheios de produtos químicos e imprime suas imagens e textos usando borra de café ou chá.
Batizada de RITI Coffee, a impressora resolve problemas como não poder imprimir um documento por falta de tinta, precisar gastar dinheiro com a compra de novos cartuchos, gerar mais resíduos químicos e até sujar as mãos de tinta na hora de trocar os tonéis.
Funciona assim: em vez de jogar fora a borra do café ou o resto de chá, você deposita os resíduos num cartucho especial que fica acoplado em cima da impressora, coloca o papel no meio do equipamento e movimenta o cartucho de um lado para outro. Aos poucos, a imagem ou o texto aparecem. Por trocar a eletricidade pela “ajudinha” do usuário, a impressora se torna ainda mais eco-friendly.
Como funciona:
terça-feira, 7 de julho de 2009
Xerox ecológica

A Xerox do Brasil lançou em abril a Phaser 8860MPF, multifuncional com tecnologia de cera sólida. O equipamento permite a produção de documentos com menor impacto ao meio ambiente, além da redução de mais de 90% em re sí duos gerados em relação a equipamentos a laser comum.
A Phaser 8860MFP foi desenhada para atender empresas que apresentam volumes de impressão a partir de 2.000 páginas por mês ou que façam uso frequente de cor.
Fácil de usar, a impressora multifuncional permite cópia, impressão, fax e digitalização avançada, em que os documentos podem ser digitalizados pelas duas faces si mul ta nea men te e armazenados em pastas di gi tais protegidas por senha no próprio equipamento, com acesso con ve nien te através do navegador web do usuá rio.
Com rede, ge ren cia men to inteligente de energia, seleção au to má ti ca de voltagem, a máquina apresenta desempenho de até 30 páginas por minuto em preto-e-branco ou cor.
A tecnologia de cera sólida não usa cartucho, as ceras são aquecidas e transferidas para o papel sem po luir o meio am bien te. O uso é simples e seguro, podendo ser ma nu sea do por qualquer pessoa, já que não gruda na rou pa e nem na pele.
A Phaser 8860MFP possui um processador de 750 mhz, memória de 512 MB, disco rígido com 40 gigabytes, Post Script3 da Adobe, ciclo máximo de 120.000 páginas mês, rede e USB 2.0 padrão. O clien te pode ain da adquirir soft wares Scan to PC Desktop Pro fes sio nal Small Business Edi tion ou Scan to PC Desktop SE Small Business Edi tion, que permitem que os usuá rios digitalizem diretamente para o desktop ou e-mail.
O equipamento já está disponível em toda a rede de distribuidores da Xerox no Brasil, com preço para o clien te final a partir de R$ 18.750,00.
HP pensando no meio-ambiente
terça-feira, 28 de abril de 2009
Biocompósito substitui madeira, plástico e recicla metano de aterros sanitários
Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo material sintético que poderá substituir a madeira, salvando árvores e reduzindo a emissão de gases do efeito estufa. Plástico biodegradável
Produzida com fibras vegetais e um plástico biodegradável, a "madeira sintética" poderá ser usada em uma ampla variedade de materiais de construção e poderá vir até mesmo a substituir alguns usos dos plásticos petroquímicos hoje utilizados em bilhões de garrafas descartáveis.
"Esta é uma grande oportunidade para fazer produtos que atendam às necessidades da sociedade e respeitem e protejam o meio ambiente," diz a pesquisadora Sarah Billington, que coordenou a pesquisa.
Biocompósitos
Sarah e seu grupo trabalham com uma classe de materiais chamados biocompósitos, materiais compósitos - resultantes da mistura de dois ou mais materiais - que, ao contrário de outros materiais híbridos, são biodegradáveis.
Formados pela junção de fibras naturais aglomeradas por uma resina que faz as vezes de cola, o principal componente dos biocompósitos vem de plantas, mas não da madeira de árvores.
A resina usada para unir as fibras vegetais também é biodegradável, chamada PHB (polihidroxi-butirato).
Reciclando gás metano
Ao contrário dos resíduos de madeira, que ficam nos aterros sanitários por meses ou anos, os biocompósitos decompõem-se em poucas semanas. À medida que se degradam, eles liberam metano, um dos gases causadores do efeito estufa. Contudo, o gás pode ser capturado e reutilizado na fabricação de mais biocompósitos.
"Nós estamos combinando dois processos naturais: Nós estamos usando micróbios que quebram o PHB e liberam gás metano, e diferentes microorganismos que consomem o metano e produzem PHB como suproduto," explica Craig Criddle, outro membro da equipe.
Em termos de contribuição para o aquecimento global, o metano é 22 vezes mais potente do que o dióxido de carbono.
É a última palavra em reciclagem, diz ele. "Em nosso laboratório, nós criamos condições onde somente aqueles organismos que acumulam a maior quantidade de plástico se reproduzem. Nós chamamos o processo de 'sobrevivência do mais gordo'."
Parente desabonador
Contudo, para atingir a fase da comercialização, os novos biocompósitos terão que enfrentar mais do que os desafios tecnológicos. Isso porque as fibras vegetais que se mostraram mais promissoras, tanto em termos de biodegradabilidade, quanto em termos de resistência estrutural, vêm do cânhamo.
O cânhamo é um membro da família cannabis, sendo portanto um primo próximo da maconha. Ao contrário de sua mal-falada prima, ele possui níveis mínimos de THC, o principal ingrediente psicoativo da família. Isso, contudo, não tem sido suficiente para forçar uma mudança na legislação da maioria dos países, que exclui a plantação industrial de toda a família cannabis.
O cânhamo é uma planta que possui inúmeras possibilidades de aplicações científicas e tecnológicas e pode ser inteiramente aproveitada com diversas finalidades. Mas tem sido convencer a sociedade e os legisladores das diferenças entre cânhamo e maconha e, sobretudo, da pertinência de plantá-la em larga escala.
